PRETÉRITO UNDERGROUND
CARTOGRAFIA ANTROPOLÓGICA...
segunda-feira, 28 de março de 2016
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Parasitarius
Vem em meu sono dizer
que o futuro do imperfeito não existe...
Vem em meu sono e "dizerei" que
não existe Deus e nem adeus...
Vem em meu sono dizer
dezenas oníricas ourives
Vem em meu sono dizer
que polução é sonho
Vem em meu sono dizer
que se come a carne,
o sangue dará vida
e apodrecerá à virgem
Vem em meu sono dizer
lamurias dos gonzos turcos,
sinos e servidão fálica ...
Vem em meu sono dizer
que vivo gruto ócio do eu...e eu...
que o futuro do imperfeito não existe...
Vem em meu sono e "dizerei" que
não existe Deus e nem adeus...
Vem em meu sono dizer
dezenas oníricas ourives
Vem em meu sono dizer
que polução é sonho
Vem em meu sono dizer
que se come a carne,
o sangue dará vida
e apodrecerá à virgem
Vem em meu sono dizer
lamurias dos gonzos turcos,
sinos e servidão fálica ...
Vem em meu sono dizer
que vivo gruto ócio do eu...e eu...
CONTA DORES...
Sangrado sol absoluto
que habita nos desejos
Epitáfios faiscados em
serenas confissões de remorsos...
Beijos profundos em impuros
pus dos cortes passionais
Mergulhei nos infernos orientais
Naufraguei no Ganges entre cinzas
Símbolos e cores nos arcanos
lançam fumaças aladas em vozes
Cantam em ritos pretéritos
lamentos do por vir...
me tenha como medo,
abrace minha sombra
e no segredo da encruzilhada
cantarei odes às sincréticas
potestades das indecifráveis palavras
do fim singelo....morrer....
que habita nos desejos
Epitáfios faiscados em
serenas confissões de remorsos...
Beijos profundos em impuros
pus dos cortes passionais
Mergulhei nos infernos orientais
Naufraguei no Ganges entre cinzas
Símbolos e cores nos arcanos
lançam fumaças aladas em vozes
Cantam em ritos pretéritos
lamentos do por vir...
me tenha como medo,
abrace minha sombra
e no segredo da encruzilhada
cantarei odes às sincréticas
potestades das indecifráveis palavras
do fim singelo....morrer....
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Vermilion Sands (cover Renaissance - Prologue)
Das entranhas do oriente uma homenagem ao inebriante Renaissance....
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Perceval, o último Cavaleiro...
Da morte se faz a vida, do fim o início, da tristanheza a perseverança e parcimônia...
Dedico o poema do autor "O Profeta" as minhas memórias que me acompanham em todos os momentos tênues de liminaridade...
CAVALEIRO DAS ONDAS

Este impaciente vento
Veio
com uma aurora sombria
Um
sorriso puro confirma a verdade
Há
um rosto triste, há uma alma vazia…
Há
uma culpa que se veste de pecado
Há
um pecado que arrocha o coração
Há
uma virtude perdida na loucura
Há
uma flor caída no frio chão…
…E
há o Mar
No
reino de Neptuno está proibido o perdão
Como
é sinuosa a viagem da paixão
Como
é tonto às vezes o coração
Um
tear morre sem uma mão
A
culpa às vezes é vítima da ofensa inocente
A
tua alma campo de batalha
Um
palhaço nem sempre ri de contente
Senti
o coração silencioso da terra
Senti
a batida das ondas do mar
Senti
a dureza das nuas pedras
Duvidei
sete vezes da palavra amar
Quebrei
as cadeias do pensamento
Aprisionei
o Mar numa gota de sal azul
Vendi
os sonhos aprisionados em minhas mãos
Sentei-me
para contemplar um pássaro voando para sul
Nua,
és azul como as colinas da ilha
Uma
baía que acolhe o pranto
Um
rio de todas as dores
Errantes
são os pesares em céu de espanto
Pensar
que cada pedra chegou aqui por si
Coroada
pelas neblinas da manhã
Procuram-te
as raízes, sobe a terra às tuas mãos
Boca
que solta tremula a palavra vã
A
beleza vai fugir para poente
A
noite vai soltar mil sombras bisonhas
Entro
no mar, de corpo e alma nua
Na
cabeça ostento uma coroa de espuma, sou…O Cavaleiro das Ondas…
O Profeta
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